CHUVAS REGULARES E INVESTIMENTOS ALAVANCAM GERAÇÃO DE ENERGIA

CHUVAS REGULARES E INVESTIMENTOS ALAVANCAM GERAÇÃO DE ENERGIA

As chuvas regulares registradas durante o ano de 2015 levaram a Ceriluz a bater seu recorde na produção de energia elétrica. Ao longo dos doze meses do ano passado a Cooperativa alcançou uma geração total de 146,2 milhões de quilowatts/hora (kWh) em suas três usinas em operação. Isso equivale a um crescimento de 13,1% em relação ao ano de 2014, quando a Ceriluz gerou 129,3 milhões de kWh.

O resultado reafirma a importância dos investimentos realizados nos últimos anos pela Cooperativa na geração própria de energia, principalmente com a instalação das usinas José Barasuol e a RS-155. No ano 2000, quando a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Nilo Bonfanti completou seu primeiro ciclo de doze meses de geração o resultado foi de pouco mais de quatro milhões de kWh gerados, mantendo-se nessa faixa até o ano de 2004, quando entrou em operação a Usina José Barasuol. Com as duas usinas funcionando a maior produção foi alcançada em 2010, com 92,9 milhões de kWh. A partir de 2013 a Ceriluz apresentou um gráfico ascendente impulsionado principalmente pela operação da Usina RS-155, produzindo 119,4 milhões de kWh naquele ano; 129,3 milhões de kWh em 2014 e os atuais 146,2 milhões de kWh.

Investimentos realizados, a manutenção preventiva dos equipamentos e o conhecimento técnico dos colaboradores também ajudaram a aproveitar o potencial do rio. Entre as melhorias está a substituição dos rotores das turbinas das usinas José Barasuol e Nilo Bonfanti, conforme explica o engenheiro eletricista João Fernando Costa. “Essa troca ocorreu em razão do desgaste de equipamentos o que vinha fazendo com que diminuísse a geração. Mas, no nosso caso, não foi apenas uma substituição dos rotores, pois conseguimos aumentar ainda mais a potência das máquinas, em dois Megawatts (MW) médios na usina José Barasuol e 200 kW médios na Nilo Bonfanti”.

A história diz que na região Sul os melhores índices de produção são registrados nos meses de inverno, comumente mais chuvosos. Contudo, esse ano não foi bem assim. Apesar do melhor resultado ter sido registrado no mês de agosto, os demais meses que se destacaram na produção de energia foram janeiro, segundo melhor resultado do ano, novembro, dezembro e outubro, respectivamente.

Queda da geração no País – Os índices pluviométricos no Subsistema Sul contrastaram, no entanto, com as demais regiões do país. Influenciada pela estiagem nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte, a geração hídrica no Sistema Interligado Nacional (SIN) apresentou uma queda de 2,65% em 2015, em relação ao ano anterior, que também já havia apresentado reflexos da seca. Enquanto em 2014 a produção de energia hidrelétrica foi de 391,9 mil Gigawatts/hora (GWh), em 2015 essa produção foi de 381,5 mil GWh. O Subsistema Sul foi menos afetado pela estiagem e apresentou uma geração positiva. Em 2014 as usinas hidrelétricas localizadas nos três estados do Sul geraram juntas 87,4 mil GWh e em 2015 esse número chegou a 90,7 mil GWh.

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